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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mais um caso de bulling que resultou em morte...



Agradecemos a partilha desta noticia ao enc. de educação que nos enviou.
Deixamos aqui mais um alerta e a sugestão do mesmo, para a criação de um seminário sobre este tema (enquanto o de direito continuam a preparar o programa escolar "antibulling".)
Vamos apresentar aos membros da associação a sua sugestão.


"o grupo hacker Anonymous identificou várias pessoas suspeitas de serem resposáveis pelos abusos que conduziram uma adolescente canadiana de 15 anos ao suicídio.
Amanda Todd, recorde-se, suicidou-se semanas depois de ter publicado no YouTube um vídeo a denunciar o assédio de que fora alvo durante três anos. Um pedófilo terá convencido a adolescente a mostrar os seios através da internet quando esta tinha apenas 12 anos, utilizando depois a imagem para chantagear a vítima. Amanda não cedeu, e o criminoso acabou por divulgar a fotografia por familiares, amigos, colegas de escola da jovem e por toda a internet.

O incidente destruiu a vida de Amanda, que foi ostracizada na escola e mergulhou numa profunda depressão e no abuso de álcool e drogas. A família viu-se forçada a mudar de casa várias vezes para tentar recomeçar de novo, mas a divulgação da imagem prosseguiu na internet, acompanhada de insultos e ameaças de morte. «A imagem anda por aí e nunca mais poderei recuperá-la», lamentava-se Amanda no vídeo no YouTube onde falava da «luta diária» para se «manter viva» e do peso da solidão. 
A divulgação do vídeo apenas motivou novos ataques de agressores anónimos, e Amanda acabou por ser encontrada enforcada no seu quarto no dia 10, em Vancouver. Mesmo após a morte, os insultos continuaram. Houve quem se aproveitasse do caso para lançar recolhas de fundos fraudulentas e correu o rumor não confirmado da divulgação de imagens da autópsia da vítima. 
O escândalo, que está a provocar um profundo debate sobre o fenómeno do «cyber-bullying», a pedofilia e sobre as regras elementares de convivência na internet no Canadá e um pouco por todo o mundo, levou o colectivo hacker Anonymous a tentar identificar e punir os agressores. 
Duas pessoas são já apontadas como suspeitas de serem o autor da primeira divulgação da imagem de Amanda. Os seus nomes e endereços foram divulgados (um no Canadá, outro nos Estados Unidos) e há registo de represálias contra os suspeitos. Uma terceira pessoa nos EUA foi identificada como sendo o autor da divulgação de supostas imagens do cadáver de Amanda. 
As autoridades canadianas investigam também o caso, tendo constituído uma unidade especial de 20 agentes, e apelam ao fim das iniciativas dos justiceiros e a uma torrente de rumores que está a prejudicar a busca pela verdade. «O sistema não funciona assim. Não se condenam pessoas antes de terem sido sequer acusadas. Não podemos ser juízes, júris e carrascos à frente de todos», declarou o advogado Eric Gottardi, citado pela imprensa canadiana. 
Uma organização anti-pedofilia do Canadá diz ter recebido uma denúncia relativa a abusos contra Amanda há pelo menos um ano, tendo reportado o caso à polícia e à protecção de menores. Terão as autoridades e a própria família da vítima feito tudo para a proteger? Muitas perguntas continuam ainda por responder. A mãe de Amanda admite que a filha sempre precisou de atenção especial, mas afirma que os problemas psicológicos e de dependência só apareceram após os abusos online. A filha deixou um vídeo póstumo para mãe, que esta ainda não teve coragem de ver. 
Portugal, segundo o Público, é um dos países europeus onde há menor risco para crianças e adolescentes na internet. Tito de Morais, responsável pelo projecto MiudosSegurosNa.net, considera o caso de Amanda Todd um exemplo extremo que foge à regra. Habitualmente, vítimas de bullying e agressores têm a mesma idade.








Sol "

Da Vinci Ginásios da Educação


A 1.ª Unidade dos Ginásios da Educação Da Vinci em Ponta Delgada - um espaço inovador e dinâmico de serviços de educação extracurricular - acaba de abrir as suas portas.

No início de mais um ano lectivo, deseja dar-lhe as BOAS-VINDAS e manifestar a sua total disponibilidade para o(a) receber.

Coloca à sua disposição uma gama diversificada de multisserviços de educação desde o apoio escolar/explicações, (métodos e hábitos de estudo e gestão do tempo incluídos), preparação para provas de exame, assessoria linguística, traduções, revisão e correção de texto a workshops pedagógicos, formação, entre outros. É assegurada por uma equipa multidisciplinar de professores especializados e um gabinete de psicopedagogia.

Aproveitamos a oportunidade para o convidar a vir visitar-nos e/ou  estar presente no Workshop (gratuito) Educar é Promover, a realizar-se dia 10 de Novembro, na nossa unidade, pelas 10.30h. Caso queira dar-nos o prazer da sua presença, por favor confirme a sua inscrição.
Saudações Davincianas

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Como entrar no novo ano lectivo com o pé direito

O médico pediatra Mário cordeiro, a psicóloga educacional Maria Dulce Gonçalves e uma mãe com vários filhos em idade escolar dão umas dicas sobre a melhor forma de entrar no novo ano letivo com o pé direito. 
Realização: Vitor Hugo Costa e Romana Borja-Santos 
Fonte: PÚBLICO

para ver clicar no link abaixo

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A famíla e a internet: educar para comportamentos seguros

 Presença, limites, diálogo. Mesmo que não percebam nada de computadores, os pais podem ajudar os filhos a utilizar a net em segurança

Entre 6 e 10 de Fevereiro assinalou-se a semana da internet segura. É daqueles temas para os quais alguns pais estarão motivados, outros não, muitas vezes por estarem pouco à vontade com a informática e os computadores.
         Alguns pais optam por medidas mais restritivas ao uso da internet esperando que resolvam o problema, outros entendem que a internet está, hoje em dia demasiado omnipresente para que um controlo restritivo, por si só, possa resultar.
         Os estudo mostram que é essencial a mediação dos pais no que diz respeito à utilização da internet pelas crianças, reduzindo os riscos online e reduzindo o dano, caso chegue a haver contacto com esses riscos.
         Na realidade, não é muito diferente do que se passa com outras áreas da vida das crianças, como por exemplo a sexualidade, a alimentação ou o estudo: há um equilíbrio entre o que devemos proibir e um espaço de liberdade e aprendizagem próprio de cada idade. Esses espaços são gradualmente diferentes conforme as idades das crianças e o papel dos pais será muito mais benéfico e protector se passar por incenivar e estimular a autonomia e a capacidade de decisão dos filhos do que decidindo e resolvendo por eles.
         Há algumas coisas onde provavelmente não deve transigir: o controlo do tempo gasto na internet é importante, como aliás também acontece com o tempo passado em frente à televisão. Lá em casa também preferimos que tanto a televisão como os computadores sejam usados preferencialmente nos espaços comuns.
         Se não percebe nada de internet tem aí um óptimo trunfo: peça aos seus filhos que lhe expliquem como se faz.: comece por aprender a navegar na net e peça que o ajudem a criar uma conta de email gratuita.Converse com eles sobre segurança na internet, sobre o que pode ou não ser perigoso. O exercício de o protegerem dos perigos da internet pode ajudá-los a evitarem eles próprios comportamentos de risco.
         Sobretudo fale com eles sobre os perigos e os problemas que eles possam encontrar na net. Ajude-os a pensar pela sua cabeça e fazer escolhas saudáveis. Se nós fizermos todas as opções por eles, eles não saberão optar quando nós não estamos por perto.
Alguns sites de interesse:
www.internetsegura.pt
www.seguranet.pt
www.miudossegurosnanet.blogs.sapo.pt
http://www2.lse.ac.uk/media@lse/research/EUKidsOnline/Home.aspx

(Nuno Cardoso Dias)

Educação Sexual Low-cost

A aprovação do diploma de educação para a saúde irá levantar problemas nas escolas açorianas.
Em primeiro lugar o diploma é demasiado centrado sobre a questão sexual. Define nove áreas prioritárias de intervenção, mas na realidade apenas trata com autonomia uma delas: a educação sexual. Isto é grave não apenas pela falta de atenção que é dada às outras áreas mas também por expor a sobrevalorização atribuída à educação sexual.
Prevê-se um gabinete de apoio e promoção da saúde que "assegura aos alunos o acesso aos meios contraceptivos adequados em articulação com as unidades de saúde". A distribuição de contraceptivos aparece sem integração numa consulta de planeamento familiar, que informe e aconselhe e independentemente de serem solicitados. É de esperar que os preservativos apareçam nas escolas mais depressa e mais vezes que os técnicos de saúde. Prescinde-seda parte da educação, quando toca aos preservativos.
Os pais açorianos são também mais desprotegidos neste diploma do que são os pais no resto do país. De facto, onde a legislação nacional prevê que os pais tenham o direito a ser informados de todas as actividades  no âmbito da educação sexual, na Região os pais só têm o dever de se informar, consultando os documentos orientadores. Ora, não são os documentos orientadores que importam. É saber que actividades serão realizadas, com apoio de que entidades, com a utilização de que materiais.
Por tudo isto os pais têm razões para redobrarem a sua atenção, e inequivocamente informarem a escola de que não darão consentimento a que o filho participe ou presencie sessões sobre educação sexual sem que ao menos eles sejam informados do seu conteúdo.

Ligação de interesse: http://www.plataforma-rn.org/site/

 (Nuno Cardoso Dias)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ACRA - Associação de Consumidores da Região Açores

Celebra-se hoje o "Dia da Internet Segura"
A Google lança nesta efeméride um espaço destinado às famílias e à relação das crianças com a Internet de uma forma adequada, tendo como parceiros investigadores e a Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens (CNPCJ).

O Centro de Segurança Familiar da Google, já existente noutros países, é hoje apresentado em Portugal, no Dia Europeu da Internet Segura.
Segundo a Google, a ideia é, em cada país, haver uma série de vozes que apresentem aos pais algumas sugestões e indicações sobre como é que podem ajudar os filhos no uso da Internet.

Quando se decide ser pai ou mãe, quer essa decisão seja prévia à conceção quer seja posterior, não se decide em relação a cada gesto e cada ato que essa nova relação vai exigir ao longo de toda uma vida em conjunto.

É por isso necessário que em cada circunstância se renove o ideal inicial em que cada um gosta de se rever: tudo fazer para que nada moleste aquele pequeno ser que é também uma espécie de nosso prolongamento.
No entanto, ao longo da vida há muitas circunstâncias que vão surpreender os pais e desafiar a sua capacidade de adaptação para poderem acompanhar os filhos.
Quem hoje tem quarenta anos passou pelo boom da internet e viveu-o com o entusiasmo das coisas novas que sempre distinguem os tempos que passam dos tempos ultrapassados dos pais.
No entanto, nunca imaginaram na altura poder assistir a todas as revoluções tecnológicas que permitiram passar da partilha de texto simples à disponibilização de todo o tipo de conteúdos multimédia.
E esses conteúdos não são inócuos.
Por isso, os filhos dos que hoje são quarentões e começam a assumir responsabilidades parentais vêm-se abraços com um problema gigantesco.
A correta educação dos filhos exige aos pais uma atenção especial aos conteúdos informativos a que aqueles acedem e aos processos interativos que os mesmos estabelecem com o meio em que vivem.
Sabendo que grande parte da população portuguesa tem acesso à internet 24 sobre 24 horas em suas casas, importa estabelecer critérios, munir-se de ferramentas e assumir comportamentos perante o mundo da internet que minorem as graves consequências que uma utilização não vigiada pode promover.
A atitude permissiva e laxista leva normalmente a situações muito complicadas.
A atitude repressiva e extramente controladora, desperta curiosidades indevidas e alimenta comportamentos de espreita de oportunidades para conseguir furar o esquema de limitações de liberdade.
A atitude mais correta é a de controlar discretamente os acessos e, sobretudo, acompanhar os filhos na sua iniciação à internet e na navegação neste novo mundo.
Para isso, os pais terão de buscar, eles próprios, conteúdos e sites interessantes e que promovam a interação com as crianças, entusiasmando-as em relação aos conteúdos que realmente podem ser uma mais valia.
Ao mesmo tempo, alertarão para a necessária discrição em relação à disponibilização de informações pessoais e familiares na net.
Os conselhos que os pais de antigamente davam aos seus filhos para evitarem as má companhias, terão de adaptar-se. Hoje as más companhias entram na própria casa. Comem à mesma mesa.
Daí que o comportamento dos pais não possa limitar-se a evitar que os filhos se aproximem dos potenciais perigos. Importa que desde muito cedo cultivem com as suas atitudes e palavras critérios sólidos de seleção e interação com os conteúdos da internet.

Nunca haverá uma internet totalmente segura. Dependerá dos cidadãos segurarem-se perante a internet que sempre terá conteúdos e táticas agressivos e invasivos da privacidade.

Com os melhores cumprimentos,
O Secretário Geral da Acra
Mário Agostinho Reis

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A motivação um fator muito importante...


à nossa caixa de correio chegou mais uma partilha de um pai.
Vejam, até ao fim porque vale a pena perceber o que é a motivação.
Obrigado

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Obras na Linhares Furtado


Aqui fica uma primeira amostra do decorrer das obras na Linhares Furtado.
(foto retirada de outro espaço de partilha da escola Linhares Furtado)

Também queríamos uma foto da Vitória... alguém tem?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

#2... parte 3

E nunca se cansam de nos dizer que a fruta faz bem!

E, quando o dia não pára de nos surpreender, os pais servem para dizer, todos os dias: «A partir de hoje... tu vais ver!».
E, sempre que estão chateados com o trabalho, para reclamar. Assim: «Ah queres fazer uma birra? Pois vamos ver quem faz a birra maior!...»
E, quando querem quebrar a monotonia dos nossos dias, os pais, servem para pronunciar com alma cada palavra, quando nos estragam com meiguices: «Qualquer dia... eu emigro! Para muito longe! E quero ver como é que vocês se safam!».
Com dias assim, em que o pai e a mãe fazem de Capitão Gancho, quem não se rende à canseira e adormece antes do fim de cada história? E quem é que não cede ao nervoso miudinho e não acorda, a meio da noite, com os nervos em franja? E quem é que não ficaria desolado, no meio de toda a energia renovável que eles têm, quando  perguntam com quem estávamos a sonhar (e nós, não podendo dizer que era com eles), respondemos que temos medo é... do Papão!
Nós gostamos dos pais. Desconfiamos que eles imaginam que passam pouco tempo connosco mas, se for para isto, não temos coragem para os contrariar. Afinal, nós sabemos que todas as pessoas de coração grande têm a cabeça quente.
E nunca pomos em dúvida que só o amor importa. Só não entendemos porque é que os pais tenham de ser esta canseira!
E achamos que, desta maneira, eles nos fazem nervoso miudinho.

Fim.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

# 2... parte 2

Mas os pais servem, também, para trabalhar para a nossa formação desportiva e para o lazer. Quando chegamos à natação, gritam quando não nos queremos despir ali, à frente de toda a gente. Acham que não podemos brincar nem nos balneários nem na piscina. E gritam, outra vez, quando insistimos que os avós e os acompanhantes das outras crianças não deviam saber em que preparos viemos ao mundo.
Os pais servem, também, para zurzir no nosso lado bem-disposto, quando (de regresso ao carro) nos mandam cumprimentar a prima Maria da Glória que, em vez de nos dizer «Olá», delicadamente e com maneiras, nos esborracha contra ela e nos lambuza e, enquanto nos despenteia, duma ponta à outra, nos ofende, de cada vez que diz: «Ai, meu filho, o teu rapaz está tão crescido!....» (Meu filho?... Mas o pai  bateu com a cabeça? Então,    maltratam-lhe o filho, em vez de lhe darem um beijo transformam-no em algodão doce, e ele, ainda por cima, sorri e agradece?...)
Quando, finalmente, entramos em casa e estamos prontos para descansar, os pais servem para nos dizer, contra todas as nossas expectativas: «Primeiro, fazes os trabalhos de casa. Só depois brincas».
E servem para azedar a nossa boa disposição quando, logo a seguir, tratam, como se fosse contrafação, os pacotes de leite, as embalagens de bolachas e as caixinhas com os presentes da Happy Meal que, carinhosamente, tínhamos a dormir ao pé de nós.
Os pais servem para escandalizar, todos os dias, a nossa paciência, ao jantar. Começam por nunca respeitar o nosso: «Já vou!». Vendem-se à publicidade enganosa de cada vez que acham que a sopa de cenoura «faz os olhos bonitos». Servem-nos ervilhas e, carinhosamente (como quem não está muito seguro do produto que promove), chamam-lhe «bolinhas».
... continua

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Enquanto pesquisava encontrei #2 parte 1

De Eduardo Sá (Pais&Filhos)

Diário de uma criança à beira do nervoso miudinho

Os pais não servem como despertador. Adormecem de manhã, como todos nós, mas, ao mesmo tempo que levantam a persiana e nos chamam «Meu querido» e coisas assim, querem que, entre a cara lavada e os cereais despachados, façamos dos 0 aos 100 em poucos... minutos.

Entretanto, como convém às pessoas ponderadas, e paramos de nos vestir para pensarmos na vida, eles sofrem de hiperatividade e, em jeito de ameaça, gritam qualquer coisa do género: «Eu juro que me vou embora, e deixo-te aqui!» (que era tudo o que eu mais queria!).
Os pais servem, também, para nos tirar a boa-disposição, antes do trabalho. Enquanto só não chamam «boas pessoas» a todos os senhores automobilistas que, segundo eles, estavam bem era dormir, ouvem (de meia em meia hora!) as mesmas notícias, atendem o telefone, olham 30 vezes para o relógio, melindram-se com a nossa cara de segunda-feira e, sempre que dizem, com voz de pateta: «Quem é o meu tesouro, quem é?», quem faz as contra-ordenações perigosas somos nós!
Os pais servem para imaginar que todas as crianças, ao chegarem à escola, são campeãs de felicidade.
E que nunca nos apetece mandar a nossa professora para a... biblioteca, de castigo, enquanto ela pensa se não será feio mentir (sempre que grita connosco, quando garante, aos nossos pais, que é só doçuras e meiguices...).
Os pais servem, também, para nos ir buscar à escola. E nisso escapam! Mas, independentemente de nos apetecer limpar o pó ao mundo, perguntam (todos os dias!): «Correu bem a escola? e O que foi o almoço?», com tantos pormenores, e no meio de tanta inquietação, que nos provocam brancas e nos levam ao stresse.
Os pais servem para nos deixar nos tempos livres. E, quando pensávamos que podíamos brincar à vontade, (ou não são os tempos... livres?) descobrimos que eles só podem ter sido levados ao engano porque, afinal, nos obrigam a estar, mais uma vez, quietos e calados. E, pior, quando estamos prontos a pedir o livro de reclamações, ora nos castigam com trabalhos de casa ora nos põem, sentadinhos, a ver os mesmos desenhos animados tantas vezes, que nós achamos que isso deve servir para aprendermos a contar até... 100.

... continua 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Enquanto pesquisava encontrei... *1

no youtube e outras redes sociais este magnífico vídeo que nos faz pensar se algum dia chegaremos a este patamar... ora vejam até ao fim.



Podem enviar-nos publicações que achem interessantes para:
blogdepais@iol.pt

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Prevenção... é sempre bom saber mais um pouco







Esta informação foi-nos enviada pela formadora da secção que decorreu na EBI C Maia.
(só agora foi publicada porque estávamos todos de férias)

Bom Ano

Desejamos aos pais, alunos e toda a comunidade escolar um excelente 2012.
 Um ano cheio de Saúde, Paz e vontade de alcançar todos os nossos objetivos.

Não esquecer que a entrega das avaliações é amanhã a partir de 16h30.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Partilhem mais informações neste blog

Oração de S. Francisco

Se houver ódio, e eu levar o amor.
e na ofensa, eu levar perdão,
se na dúvida, eu levar a fé,
e na discórdia, a união.

Sou feliz, porque a vida é partilhar
mais do que receber, a alegria está no dar.

Sou feliz, porque a vida é partilhar
mais do que receber, a alegria está no dar.

Se houver tristeza, e eu for alegria.
e no desespero, eu for a esperança,
se nas trevas eu for a luz,
e na vida a confiança.

Sou feliz, porque a vida é partilhar...

Procurando menos ser consolado,
compreendido ou ser amado,
vou receber sempre que eu der
ao perdoar vou ser perdoado.

Sou feliz, porque a vida é partilhar...


Ouvindo ainda nos toca mais, clicar

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

TERAPIA DO ELOGIO Arthur Nogueira (Psicólogo)


Terapeutas que trabalham com famílias, divulgam numa recente pesquisa que os membros das famílias estão cada vez mais frios, mais distantes, o carinho é cada vez menos, não se valorizam as qualidades, facilmente se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e desgastam-se na valorização dos defeitos dos outros. Por isso, as relações hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias. Não vemos mais os homens a elogiar as suas mulheres ou vice-versa, não vemos os chefes a elogiar o trabalho dos subordinados, não vemos mais pais e filhos a elogiar-se; etc..



Só vemos futilidades: valorizam-se artistas, cantores, jogadores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência, são pessoas que têm a obrigação de cuidar do corpo, do rosto, das aparências.

A ausência de elogio afeta muito as pessoas e as famílias.


Vamos começar a valorizar as nossas famílias, os nossos amigos, alunos e subordinados.
Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza do parceiro ou parceira, o comportamento dos nossos filhos.
O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho fica feliz por ser louvado, o pai e a mãe sentem-se bom ao serem amados e amparados.
O amigo quer sentir-se querido.



Vivemos numa sociedade em que cada um precisa de outro; é impossível uma pessoa viver sozinha e sentir-se feliz. Os elogios são fortes motivações na vida de cada um.